Projeto “Idoso por um Minuto” reforça formação humanizada na Mandic Limeira

Vivência tem o propósito de despertar a empatia com o processo de envelhecimento

Com o objetivo de proporcionar aos futuros médicos uma compreensão mais profunda sobre o processo de envelhecimento e os desafios enfrentados pela população idosa, a Faculdade São Leopoldo Mandic Limeira recebeu, nesta sexta-feira, 7 de agosto, o projeto “Idoso por um Minuto”, ministrado pelo médico geriatra e vereador Dr. Marcelo Rossi.

A iniciativa propôs uma experiência imersiva na qual os estudantes utilizaram equipamentos que simulam limitações comuns da terceira idade, como redução da mobilidade, da visão, da audição e da coordenação motora. A vivência permitiu que os futuros médicos experimentassem, ainda que por alguns minutos, as dificuldades encontradas por muitos idosos no dia a dia, reforçando a importância de um atendimento mais humanizado e acolhedor.

A programação foi aberta pelo diretor da Mandic Limeira, Arthur Filgueiras, que destacou que a humanização é um dos pilares da instituição e que experiências como essa contribuem para formar médicos mais preparados tecnicamente e, sobretudo, mais sensíveis às necessidades dos pacientes.

Na sequência, a coordenadora do curso de Medicina, Dra. Glauce Leite, reforçou que a atividade vai ao encontro da proposta pedagógica da faculdade ao estimular o desenvolvimento da empatia e da escuta qualificada, competências indispensáveis para a prática médica.

Responsável pela condução do projeto, Dr. Marcelo Rossi explicou que o “Idoso por um Minuto” busca aproximar os participantes da realidade vivida pelos idosos. “Minha intenção é despertar um novo olhar sobre o envelhecimento e mostrar que o cuidado em saúde deve ir além do diagnóstico e do tratamento. No futuro, o que farão de vocês grandes médicos será a escuta e o olhar humanizado”, destacou.

Entre os estudantes, a iniciativa foi recebida de forma bastante positiva. A aluna Franciela Rodrigues de Macedo, da turma T4, destacou que a vivência permitiu compreender, na prática, as limitações enfrentadas pelos idosos. “Adorei a experiência e sentir na pele todos esses desafios desperta em nós, futuros médicos, a importância da empatia no nosso atendimento”, ressaltou.

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